Mapa de Mosqueiro-Belém-Pará


Bem-vindo ao blog do PT de Mosqueiro, aqui nós discutimos a organização e atuação do Partido dos Trabalhadores nas relações sociopolíticas e econômicas do Brasil e do Pará. Também debatemos temas gerais sobre política, economia, sociedade, cultura, meio ambiente, bem como temas irreverentes que ocorrem no Mundo, no Brasil, no Pará, mas em especial na "Moca". Obrigado por sua visita e volte sempre!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Radio praiana ea greve dos professores.
Comentários cancerígenos.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Parabéns para um e cadeia para o outro !
Uma curiosidade é que apesar de seus documentos indicarem 6 de outubro de 1945 como o dia de seu nascimento, Lula comemora seu aniversário no dia 27, data na qual, segundo sua mãe, ele nasceu.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Professores e professoras , a greve continua !
Após denúncias, Orlando Silva deixa o Ministério do Esporte; entenda o caso
A saída de Orlando Silva já havia sido anunciada pelo ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Após o encontro com a presidenta, Silva confirmou a renúncia à imprensa.
“Eu decidi sair do governo para que possa defender a minha honra, o trabalho do Ministério do Esporte, o governo que eu acredito e o meu partido. Não é possível jogar fora cinco anos de trabalho”, disse Silva.
Segundo o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Waldemar Manoel Silva de Souza, deve assumir o cargo interinamente. Estão cotados para assumir o cargo as deputadas do PC do B Perpétua Almeida (AC) e Luciana Santos (PE), o deputado federal Aldo Rebelo (PC do B-SP) e o presidente da Embratur, Flávio Dino (PC do B-MA).
Entenda o caso
O ex-policial João Dias Ferreira acusou Silva de participação em um esquema de desvio de recursos do Segundo Tempo, programa do Ministério do Esporte que dá verba a ONGs e secretarias estaduais e municipais para incentivar jovens a praticar esporte.
Em entrevista à revista “Veja”, o ex-policial – que presidia uma fundação de artes marciais que recebia verba do programa – disse que pagava propina para ter acesso aos recursos do ministério. Segundo Ferreira, o dinheiro era recebido pessoalmente por Orlando Silva ou por colaboradores mais próximos.
Em nota, o Ministério do Esporte afirmou que Ferreira firmou dois convênios, em 2005 e 2006, que não foram executados. A pasta pede a devolução de R$ 3,16 milhões dos convênios. Segundo Silva, membros da sua equipe teriam recebido ameaças desde que o TCU (Tribunal de Contas da União) foi acionado.Ainda não há provas contra Orlando Silva, que enfatizou em entrevista coletiva após a sua demissão que ele mesmo solicitou à Procuradoria Geral da República para que sejam investigadas todas as denúncias divulgadas pela revista "Veja". Em nota enviada ao procurador-geral, Roberto Gurgel, o ministro disse que se encontra "à total disposição" do Ministério Público Federal, dando permissão para que sejam investigadas suas contas bancárias e tudo o que for considerado necessário.
Silva foi o primeiro ministro do governo Dilma Rousseff alvo de um inquérito no STF, o que teria agravado a situação. Ao pedir a abertura do inquérito, o procurador-geral da República afirmou que existiam “fortes indícios” de desvios “em proveito de integrantes do PC do B”.
Queda de Orlando Silva põe "Plantão da Globo" nos TTs do Twitter
26/10/2011 - 20h06 | do BOL
da Redação
O anúncio da queda do até então ministro do Esporte Orlando Silva foi feito com o tradicional Plantão da Globo e sua música característica. No Twitter, no entanto, o fato ganhou outro viés. Internautas do país inteiro acharam a notícia pequena para tanta pompa na TV aberta e fizeram do assunto um dos mais comentados no microblog, nesta quarta-feira.
“Antigamente a musiquinha do Plantão da Globo tocava e já perguntavam quem morreu? Essa magia acabou”, lamentou um usuário da rede. “Do jeito que tá, o próximo Plantão da Globo vai ser pra anunciar quem matou o Salomão Hayala”, comentou outro. “Aquela decepção de quem ninguém morreu no Plantão da Globo”, dizia o post de um site. E uma jovem foi além: “Plantão da Globo aparece e eu logo penso: la vem notícia ruiiiiiiiiimm!!!! Dessa vez até q a notícia foi boaaaa...”, brincou.
Conforme o tema ganhava mais adeptos tuiteiros, mais sugestões criativas iam surgindo para o boletim da Globo. “Daqui a pouco o Plantão da Globo vai virar o EGO: vai tocar a música e mostrar a Nana Gouveia pagando peitinho na praia”, sugeriu um habitué.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
DAS GUERRAS DO ÓPIO ÀS GUERRAS DO PETRÓLEO.
Quando em 1840 os navios de guerra ingleses surgem diante das costas e das cidades chinesas, os agressores dispõem de um poder de fogo de milhares de canhões e podem semear destruição e morte em grande escala sem temer a artilharia inimiga, cujo alcance é muito reduzido. É o triunfo da política das canhoneiras: o grande país asiático e sua civilização milenar são obrigados a render-se e começa o que a historiografia chinesa denomina acertadamente como "o século das humilhações", que termina em 1949 com a chegada ao poder do Partido Comunista e de Mao Zedong.
Nos nossos dias, a chamada Revolution in Military Affairs (RMA) criou em muitos países do Terceiro Mundo uma situação parecida com a que a China enfrentou no seu tempo. Durante a guerra contra a Líbia de Kadafi, a NATO pôde consumar tranquilamente milhares de bombardeamentos e não só não sofreu baixas como sequer correu o risco de sofre-las. Neste sentido a força militar da NATO, mais do que um exército tradicional, parece-se a um pelotão de execução. Assim, a execução final de Kadafi, mais do que um facto causal ou acidental, revela o sentido profundo da operação em conjunto.
É algo palpável: a renovada desproporção tecnológica e militar reaviva as ambições e as tentações colonialistas de um Ocidente que, a julgar pela exaltada auto-consciência e falsa consciência que continua a ostentar, nega-se a saldar contas com a sua história. E não se trata só de aviões, navios de guerra e satélites. Ainda é mais clara a vantagem com que Washington e seus aliados podem contar em capacidade de bombardeamento mediático. Também nisto a "intervenção humanitária" contra a Líbia é um exemplo de manual: a guerra civil (desencadeada, entre outras coisas, graças ao trabalho prolongado de agentes e unidades militares ocidentais e no decorrer da qual os chamados "rebeldes" podiam dispor desde o princípio até de aviões) apresentou-se como uma matança perpetrada pelo poder contra uma população civil indefesa. Em contrapartida, os bombardeamentos da NATO que até o fim assolaram a Sirte assediada, faminta, sem água nem medicamentos, foram apresentados como operações humanitárias a favor da população civil da Líbia!
Hoje em dia este trabalho de manipulação, além de contar com os meios de informação tradicionais de informação e desinformação, vale-se de uma revolução tecnológica que completa a Revolution in Military Affairs. Como expliquei em intervenções e artigos anteriores, são autores e órgãos de imprensa ocidentais próximos ao Departamento de Estado os que celebram que o arsenal dos EUA se enriqueceu com novos e formidáveis instrumentos de guerra. São jornais ocidentais e de comprovada fé ocidental que contam, sem nenhum sentido crítico, que no decorrer das "guerras internet" a manipulação e a mentira, assim como a instigação à violência de minorias étnicas e religiosas, também mediante a manipulação e a mentira, estão na ordem do dia. É o que está a acontecer na Síria contra um grupo dirigente mais acossado do que nunca por haver resistido às pressões e intimidações ocidentais e se ter negado a capitular diante de Israel e a trair a resistência palestina.
Mas voltemos à primeira guerra do ópio, que termina em 1842 com o Tratado de Nanquim. É o primeiro dos "tratados desiguais", ou seja, imposto com as canhoneiras. No ano seguinte chega a vez dos Estados Unidos. Também envia canhoneiras para arrancar o mesmo resultado que a Grã-Bretanha e inclusive algo mais. O tratado de Wahghia (nas proximidades de Macau) de 1843 sanciona o privilégio da extraterritorialidade para os cidadãos estado-unidenses residentes na China: mesmo que cometam delitos comuns, subtraem-se à jurisdição chinesa. O privilégio da extraterritorialidade, evidentemente, não é recíproco, não vale para os cidadãos chineses residentes nos Estados Unidos. Uma coisa são os povos colonizados e outra muito diferente a raça dos senhores. Nos anos e décadas posteriores, o privilégio da extraterritorialidade amplia-se aos chineses que "dissidem" da religião e da cultura do seu país e convertem-se ao cristianismo (com o que teoricamente passam a ser cidadãos honorários da república norte-americana e do Ocidente em geral).
Também nos nossos dias o duplo critério da legalidade e da jurisdição é um elementos essencial do colonialismo: os "dissidentes", ou seja, os que se convertem à religião dos direitos humanos tal como é proclamada de Washington a Bruxelas, os Quisling potenciais ao serviço dos agressores, são galardoados com o prémio Nobel e outros prémios parecidos depois de o Ocidente ter desencadeado uma campanha desaforada para subtrair os premiados à jurisdição do seu país de residência, campanha reforçada com embargos e ameaça de embargo e de "intervenção humanitária".
O duplo critério da legalidade e da jurisdição alcança suas cotas mais altas com a intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI). Os cidadãos estado-unidenses e os soldados e mercenários de faixas e estrelas espalhados por todo o mundo ficam e devem ficar fora da sua jurisdição. Recentemente a imprensa internacional revelou que os Estados Unidos estão dispostos a vetar a admissão da Palestina na ONU, entre outras coisas, para impedir que a Palestina possa denunciar Israel perante o TPI: seja como for, na prática quando não na teoria, deve ficar claro para todo o mundo que só os povos colonizados podem ser processados e condenados. A sequência temporal é em si mesma eloquente. 1999: apesar de não haver obtido autorização da ONU, a NATO começa a bombardear a Jugoslávia; pouco depois, sem perda de tempo, o TPI tratar de incriminar não os agressores e responsáveis da ruptura da ordem jurídica internacional estabelecida após a II Guerra Mundial e sim Milosevic. 2011: violentando o mandato da ONU, longe de se preocupar com o destino dos civis, a NATO recorre a todos os meios para impor a mudança de regime e ganhar o controle da Líbia. Seguindo uma pauta já ensaiada, o TPI trata de incriminar Kadafi. O chamado Tribunal Penal Internacional é uma espécie de apêndice judicial do pelotão de execução da NATO. Poder-se-ia dizer inclusive que os magistrados de Haia são como padres que, sem perder tempo a consolar a vítima, esmeram-se directamente em legitimar e consagrar o verdugo.
Uma última observação. Com a guerra contra a Líbia, perfilou-se numa nova divisão do trabalho no âmbito do imperialismo. As grandes potências coloniais tradicionais, como a Inglaterra e a França, valendo-se do decisivo apoio político e militar de Washington, centram-se no Médio Oriente e na África, ao passo que os Estados Unidos deslocam cada vez mais seu dispositivo militar para a Ásia. E assim voltamos à China. Depois de haver deixado para trás o século de humilhações que começou com as guerras do ópio, os dirigentes comunistas sabem que seria insensato e criminoso faltar pela segunda vez ao encontro com a revolução tecnológica e militar: enquanto liberta centenas de milhões de chineses da miséria e da fome a que os havia condenado o colonialismo, o poderoso desenvolvimento económico do grande país asiático é também uma medida de defesa contra a agressividade permanente do imperialismo. Aqueles que, inclusive na "esquerda", se põem a reboque de Washington e Bruxelas na tarefa de difamação sistemática dos dirigentes chineses demonstram que não se preocupam nem com a melhoria das condições de vida das massas populares nem com a causa da paz e da democracia nas relações internacionais.
23/Outubro/2011
O original em italiano e as versões em francês e castelhano encontram-se em http://www.domenicolosurdo.blogspot.com/
REMISTA AZARADO
- Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo
ser simpático, inicia a conversa:
- E aí Fonseca, tudo bem?
- Péssimo... - responde o outro.
- Mas como péssimo? Com aquela Ferrari que você tem?
- Deu perda total num acidente... E o pior é que o seguro tinha
acabado de vencer.
- Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos. E aquele teu filho inteligente?
- Estava dirigindo a Ferrari... Morreu.
- O sujeito tenta fugir daquele assunto tão trágico:
- E aquela sua filha que mais parecia uma modelo?
- Pois é... Estava junto com o irmão. Só a minha mulher não estava no carro.
- Graças a Deus! Como vai ela?
- Fugiu com o meu sócio.
- Bem... Pelo menos a empresa ficou só para você.
- Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a empresa
falida. Estou devendo milhões!
- Pôxa vida, então, vamos mudar de assunto, e seu time?
Sou Remista da leoa azul!!!!
Pelo amor de Deus, Fonseca! Você não tem nada de positivo?????
- Sim....HIV.
Julgamento de Jader Barbalho será amanhã
Amanhã está em pauta no Supremo o caso de Jader Barbalho.O que será que acontecerá, ganha uma entrada para a Rockada de sábado no Empata’s, quem adivinhar…
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
KHADAFI MORREU COMBATENDO COM DIGNIDADE E COERÊNCIA
Notícias contraditórias sobre as circunstâncias da sua morte correm o mundo, semeando confusão. Mas das próprias declarações daqueles que exibem o cadáver do líder líbio transparece uma evidência: Khadafi foi assassinado.
No momento em que escrevo, a Resistência líbia ainda não tornou pública uma nota sobre o combate final de Khadafi. Mas desde já se pode afirmar que caiu lutando.
A midia a serviço do imperialismo principiou imediatamente a transformar o acontecimento numa vitória da democracia, e os governantes dos EUA e da União Europeia e a intelectualidade neoliberal festejam o crime, derramando insultos sobre o último chefe de Estado legitimo da Líbia.
Essa atitude não surpreende, mas o seu efeito é oposto ao pretendido: o imperialismo exibe para a humanidade o seu rosto medonho.
A agressão ao povo da Líbia, concebida e montada com muita antecedência, levada adiante com a cumplicidade do Conselho de Segurança da ONU e executada militarmente pelos EUA, a França e a Grã Bretanha deixará na História a memória de uma das mais abjectas guerras neocoloniais do início do século XXI.
Quando a OTAN começou a bombardear as cidades e aldeias da Líbia, violando a Resolução aprovada sobre a chamada Zona de Exclusão aérea, Obama, Sarkozy e Cameron afirmaram que a guerra, mascarada de «intervenção humanitária», terminaria dentro de poucos dias. Mas a destruição do país e a matança de civis durou mais de sete meses.
Os senhores do capital foram desmentidos pela Resistência do povo da Líbia. Os «rebeldes», de Benghazi, treinados e armados por oficiais europeus e pela CIA, pela Mossad e pelos serviços secretos britânicos e franceses fugiam em debandada, como coelhos, sempre que enfrentavam aqueles que defendiam a Líbia da agressão estrangeira.
Foram os devastadores bombardeamentos da OTAN que lhes permitiram entrar nas cidades que haviam sido incapazes de tomar. Mas, ocupada Tripoli, foram durante semanas derrotados em Bani Walid e Sirte, baluartes da Resistência.
Nesta hora em que o imperialismo discute já, com gula, a partilha do petróleo e do gás libios, é para Muamar Khadafi e não para os responsáveis pela sua morte que se dirige em todo o mundo o respeito de milhões de homens e mulheres que acreditam nos valores e princípios invocados, mas violados, pelos seus assassinos.
Khadafi afirmou desde o primeiro dia da agressão que resistiria e lutaria com o seu povo ate à morte.
Honrou a palavra empenhada. Caiu combatendo.
Que imagem dele ficará na História? Uma resposta breve à pergunta é hoje desaconselhável, precisamente porque Muamar Khadafi foi como homem e estadista uma personalidade complexa, cuja vida reflectiu as suas contradições.
Três Khadafis diferentes, quase incompatíveis, são identificáveis nos 42 nos em que dirigiu com mão de ferro a Líbia.
O jovem oficial que em 1969 derrubou a corrupta monarquia Senussita, inventada pelos ingleses, agiu durante anos como um revolucionário. Transformou uma sociedade tribal paupérrima, onde o analfabetismo superava os 90% e os recursos naturais estavam nas mãos de transnacionais americanas e britânicas, num dos países mais ricos do mundo muçulmano. Mas das monarquias do Golfo se diferenciou por uma politica progressista. Nacionalizou os hidrocarbonetos, erradicou praticamente o analfabetismo, construiu universidades e hospitais; proporcionou habitação condigna aos trabalhadores e camponeses e recuperou para uma agricultura moderna milhões de hectares do deserto graças à captação de águas subterrâneas.
Essas conquistas valeram-lhe uma grande popularidade e a adesão da maioria dos líbios. Mas não foram acompanhadas de medidas que abrissem a porta à participação popular. O regime tornou-se, pelo contrário, cada vez mais autocrático. Exercendo um poder absoluto, o líder distanciou-se progressivamente nos últimos anos da política de independência que levara os EUA a incluir a Líbia na lista negra dos estados a abater porque não se submetiam. Bombardeada Tripoli numa agressão imperial, o país foi atingido por duras sanções e qualificado de «estado terrorista».
Numa estranha metamorfose surgiu então um segundo Khadafi. Negociou o levantamento das sanções, privatizou empresas, abriu sectores da economia ao imperialismo. Passou então a ser recebido como um amigo nas capitais europeias. Berlusconi, Blair, Sarkozy, Obama ,Sócrates receberam-no com abraços hipócritas e muitos assinaram acordos milionarios , enquanto ele multiplicava as excentricidades, acampando na sua tenda em capitais europeias.
Na última metamorfose emergiu com a agressão imperial o Khadafi que recuperou a dignidade.
Li algures que ele admirava Salvador Allende e desprezava os dirigentes que nas horas decisivas capitulam e fogem para o exílio.
Qualquer paralelo entre ele e Allende seria descabido. Mas tal como o presidente da Unidade Popular chilena, Khadafi, coerente com o compromisso assumido, morreu combatendo. Com coragem e dignidade.
Independentemente do julgamento futuro da História, Muamar Khadafi será pelo tempo afora recordado como um herói pelos líbios que amam a independência e liberdade. E também por muitos milhões de muçulmanos.
A Resistência, aliás, prossegue, estimulada pelo seu exemplo.
Vila Nova de GAIA, no dia da morte de Muamar Khadafi.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Plebiscito: mais de 65% dos aptos a votar estão no "Parazinho"
